Mais sorrisos, por favor

Dá série pequenos detalhes que mudam o nosso dia: um sorriso :)

Ação barra motorista bêbado dentro do estacionamento

Cortar o mal pela raiz. É basicamente isso que uma ação da Publicis fez em um estacionamento da balada Carré, na Bélgica.

Vagas em comunicação

Procurando job? Confira as últimas vagas publicadas.

Tepeêmica

A profissional de comunicação que sempre dá piti no final. Porque de alguma forma a gente precisa desabafar.

Infográfico: 2013 Social Media Facts

O cenário aqui pelo Brasil pode ser um pouco diferente, mas este infográfico nos dá informações bem relevantes sobre social media:

- Facebook mobile é fortíssimo
- temos apenas 10s para captar a atenção de um usuário com um vídeo (apesar de que eu acho que não temos tanto assim)
- Google Plus crescendo: ficaremos de olho :)

O que mais surpreende os brasileiros é a força do Twitter lá fora: terceira rede social em popularidade e ultrapassando o Facebook na preferência dos jovens. Segundo pesquisa do E-marketer, o Twitter já é o preferido da garotada lá nos EUA (veja a pesquisa completa aqui).

Hoje também circulou a informação de que foi observado, numa pesquisa entre 4 mil jovens jovens de 12 a 15 anos, que o Youtube ultrapassa o Facebook em preferência (clique para mais detalhes).




Fonte: Proxxima. 









Personagens famosos dos games e dos desenhos em ilustrações bizarras




Pez um é ilustrador e designer gráfico lá da França. Um dos trabalhos mais recentes e bem chamativo é a série 'Distroy', com ilustrações bizarras de personagens famosos dos games e dos desenhos.










Mais ilustras aqui

Tendências de consumo: até onde elas podem te levar

Até onde as tendências de consumo que você vê / lê / ouve por aí já te levaram? Quantas já ficaram esquecidas no caminho, entre um projeto e outro?
Pensando nisso, a Trendwatching lançou um Painel de Tendências de Consumo, onde é possível organizar suas ideias e efetivamente transformá-las.

Trendwatching.com



O funcionamento é bem simples, e acontece basicamente em 3 etapas:

- análise da tendência, com apontamentos de insights e aplicações;
- exame de como estes dois pontos podem se relacionar (relação entre todos os destaques do painel);
- geração de uma inovação a partir da coleta e exame de todos os dados.

O painel te direciona, basicamente, a COMPREENDER a tendência e APLICÁ-LA.

Na etapa da compreensão, são estudadas as necessidades básicas do consumidor que envolvem esta tendência, motivos pelos quais estas mudanças estão ocorrendo (aqui é pontuada a importância do conhecimento macro e micro destes motivos - desde contextos maiores de transformação até pequenos pontos que podem motivar esta mudança),"lacunas de expectativa" (o que o consumidor tem e o que ele deseja) e maneiras com que esta tendência é hoje aplicada no mercado.

Analisados estes pontos, pode-se partir para a parte prática e pensar sobre a aplicação da tendência, refletindo sobre seu "potencial de inovação" e o target do seu projeto - mas pense no target de forma abrangente, para além do momento atual.

Este processo com um belo detalhamento, além de um inspirador exemplo, e o acesso ao painel você tem clicando aqui.

Durante a leitura no site da trendwatching, dois pontos me chamaram atenção:

"De fato, muito poucas “inovações” são totalmente novas. A maior parte das inovações (bem-sucedidas) vem da combinação de elementos que não parecem ter relação, ou usando algo que já existe em um novo contexto."
"Preste muita atenção em outros setores/indústrias. Os consumidores não fazem a distinção entre diferentes setores. Quando um nível de qualidade ou serviço é estabelecido em um setor, os consumidores nem querem saber por que é “diferente” no seu setor. Em vez disso, eles vão se direcionar com entusiasmo para quem acertar primeiro (seja o seu concorrente ou uma start-up)."

Estas duas afirmações mostram como muitas vezes nos afastamos de uma solução, julgando que para sermos bem-sucedidos temos que nos lançar no espaço infinito das possibilidades, e deixamos passar boas oportunidades que estão bem a nossa frente.
Inovações não necessariamente são novas. Muitas vezes são reconstruções mais bem-feitas e bem-acabadas de coisas às quais estamos rotineiramente acostumados.E nossos consumidores estão aí, ao nosso lado, agindo com qualquer produto/serviço como eles agiriam com os nossos. Observe.

E, ainda falando sobre tendências, uma última dica: hoje irá acontecer uma palestra sobre coolhunting organizada pelo Centro Europeu. O evento é gratuito e inscrições podem ser efetuadas pelo telefone 3233-6669.

*Dica da Thany :)





Michael Paul Smith e suas miniaturas fantásticas

Michael Paul Smith já trabalhou com publicidade, mas depois que seu amigo sugeriu que criasse um Flickr para postar fotografias das miniaturas de carros antigos que fazia nas horas vagas, sua vida mudou. 


Michael criou uma cidade fictícia chamada Elgin Park, que em dois anos, foi visitada por 22 milhões de pessoas. Visite a cidade aqui.

O grande segredo é o ponto de vista. Imaginando onde seriam os locais onde estacionariam, onde ficariam as lixeiras, as entradas dos estabelecimentos, Michael utiliza o mundo real na montagem de seu cenário.

Confira algumas imagens:










Beagles, ratinhos brancos e nossa sociedade confortável.



Gente, me perdoem. Mas tenho uma verdade para contar.

Os processos que fazem nossa vida ser confortável, são absurdos.

Para comer carne, encarceram e matam cruelmente muito animais.
Para termos cosméticos e aparentarmos ser mais lindas, muitos bichinhos são testados e sofrem diariamente. Para termos nosso IPhone, computadores, eletrodomésticos, muita gente trabalha com condições horrendas e ganham muito pouco por isso. Os vegetais que comemos, todos os dias coloridinhos na nossa mesa, recebem quantidades enormes de componentes químicos para durarem o máximo de tempo no supermercado e para parecerem frescos.

A questão é que tudo isso sempre aconteceu e vem crescendo ainda mais assustadoramente por causa da máquina capitalista. Não, o capitalismo não é mau. O ser humano é que muitas vezes não é lá grandes coisas.

Tudo, TUDO o que você está vendo agora, passa por um processo industrial que em algum momento deve barrar na ética. Olhe ao redor. Para construir o parafuso do cantinho esquerdo do televisor, todo um processo é desenvolvido e isso certamente agride o meio ambiente, ou explora pessoas, ou algo do tipo. E o fato é que estamos TÃO LONGE deste processo, que NEM TEMOS como julgar se está certo ou errado. A nossa ignorância quanto aos processos de produtos que adquirimos é tão grande, que me parece inocência achar que poderíamos julgar alguma coisa.

"Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância."
Sócrates

Na história humana, os animais sempre foram vítimas dos testes dos humanos (cosméticos, vacinas, tratamentos, curas), porque não dava pra pegar o vizinho pra fazer isso. Muita crueldade foi feita, muita luta, muito fracasso, muito sucesso. E toda esse pacote de aprendizado nos trouxe até aqui, até 2013, com expectativa e qualidade de vida nunca antes sonhadas. 

A grande questão é que não temos como julgar o processo. Já estamos no meio dele, nos tornamos parte dele, somos beneficiados por ele diretamente, todos os dias. E não o conhecemos! Foram séculos de avanços científicos, tecnológicos, sendo os períodos de guerra os mais expressivos (terrível, mas verdade!). Avanços estes, caso não tivéssemos, seria uma gripe e tchau.

Agora, se tivéssemos o conhecimento do que é realizado para termos o produto em nossas casas, e não concordássemos, deveríamos no mínimo parar de usar esse produto! Não adianta bater o pé em defesa do senso comum, ter uma postura pública contra o processo de fabricação/teste do produto e continuar tendo nossa vida de regalias, porque todos nós estamos imersos em tantos processos industriais desconhecidos, que se conhecêssemos certamente não concordaríamos com nenhum.

Sim, ninguém gosta de ver bichinhos machucados em testes. E a culpa da empresa acaba sendo dividida com o consumidor, que também está no final da cadeia desta produção. Ou seja, financiamos a loucura toda.

Olha só. Esta lista, mostra quais são as marcas que ainda fazem testes em animais.
Para ir contra empresas que fazem testes em animais de fato, estas marcas você deveria riscar da sua lista:

3M
Johnson & Johnson
Unilever
Revlon
Avon
Axe
L'Oreal
Dolce & Gabbana
Dove
Hugo Boss
L'Occitane
Lacoste Fragances
Lancôme
MAC Cosmetics
Mary Kay
Procter & Gamble
La Roche

...e muitos outros.

O que é uma ótima notícia, é saber que muitas empresas, principalmente brasileiras, já pararam de fazer testes em animais. De ratinhos a Beagles, os produtos não passam por eles.

Olha só a lista das empresas tupiniquins do bem:

O Boticário
Contém 1g
Água de Cheiro
Acquaflora
Granado
Ikove
Impala
Mahogany
Natura
Nazca
OX,
Éh
Quem Disse Berenice
Racco
Surya
Farmaervas
Vult

E as estrangeiras:
Aveda
Alva
Conair
Diane von Furstenberg Beauty
The Body Shop
Urban Decay
Victoria’s Secret
(via)

Olha que bacana, pelo jeito existem formas de trabalhar com cosméticos sem testar em animaizinhos. Mas e os produtos que já são considerados seguros para os humanos, não passaram antes pelos animais? O colírio que não arde meu olho, um dia ardeu os olhos de algum bichinho? O que não arde minha pele, um dia ardeu nas costas de um ratinho branco?

"O homem é um animal racional que perde sempre a cabeça 
quando é chamado a agir pelos ditames da razão." 
Oscar Wilde

E pergunto mais. A gente sabe o processo todo? A gente conhece a origem de cada substância que vai no perfume? A gente tem como saber com verdade se o plástico da tampa do creme não está sendo adquirido de forma anti-ética, imoral? É impossível! Não tem como analisarmos o DNA de uma produção, seja qualquer for. E é um processo tão ramificado, que desconfio que seu caminho se perde até dos grandes dirigentes.

"O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete." 
Aristóteles

Toda esta discussão sobre os Beagles sendo utilizados para testes, me fizeram pensar e chegar a conclusão de que NUNCA saberemos a fundo quanta maldade existe por trás dos produtos que nossa sociedade nos oferece, e que tornam nossas vidas mais confortáveis.

Se analisarmos a fundo tudo o que consumimos, nós:
• Nunca mais usaremos cosméticos;
• Nunca mais compraremos eletrodomésticos;
• Nunca mais compraremos roupas;
• Nunca mais iremos ao shopping;
• Nunca mais usaremos carro;
• Nunca mais comeremos vegetais;
• Nunca mais comeremos carne;
• Nunca mais tomaremos água;
• Nunca mais... 

Pronto, estamos extintos.

Que nossos avanços tecnológicos e científicos sejam acompanhados por uma evolução de consciência, para que a humanidade pare de evoluir somente em cima da dor do outro.

Por um mundo com (mais) belezas reais


Semana passada rolou na internet uma polêmica envolvendo uma famosa publicação brasileira e uma top model internacional. A revista Marie Claire publicou em seu site uma foto da modelo Izabel Goulart, com a seguinte chamada: Izabel Goulart se despede do Rio de Janeiro, corpo perfeito. Pronto, em um mundo onde todo mundo conhece pelo menos uma pessoa que já teve ou tem anorexia, bulimia, compulsão alimentar ou algum tipo de distúrbio relacionado ao corpo (ou a imagem que temos dele), foi um prato cheio e perfeito para o início de uma grande discussão nas redes sociais. O grande problema é que, infelizmente, a revolta foi dirigida a modelo, que nasceu assim, magrinha, do jeito que é.


No site da revista e nas redes sociais, as pessoas se referiam à modelo como anoréxica e até mesmo como aidética e tuberculosa, por ela ser simplesmente quem ela é. Já que nasceu magra, Izabel deveria se esconder dentro de casa e, quando resolvesse sair, só colocando umas 4 calças para tentar disfarçar a perna fina? Por quê? Izabel fez diferente. Aproveitou o corpo que tem para seguir uma profissão que (infelizmente) exige a magreza - isso é papo pra um outro post - e se tornou uma das melhores no que faz.

Quem errou foi a revista, por tentar estabelecer um padrão de beleza que não é o real para a maioria das mulheres, mas que muitas acabam buscando em consequência deste tipo de informação imposta pela mídia. Corpo perfeito não é o magro, nem o gordinho, nem o sarado. Corpo perfeito é o seu.


Quem erra também somos nós mesmas, que dificilmente nos aceitamos do jeito que somos. Izabel aparentemente se aceita do jeito que é. Nós levamos uma vida para isso, e olhe lá. Quem aqui nunca fez a dieta da USP porque estava com uns quilinhos a mais e achou que ficar sem comer por uma semana resolveria seus problemas? Ou então quem aqui não virou rata de academia, toda trabalhada no whey e na clara de ovo, tentando engrossar a perna que insiste em ser pequenininha? Quem nunca pensou em por silicone, ou então em fazer uma cirurgia de redução das mamas? Estamos sempre em busca do padrão perfeito, sem nos dar conta que a perfeição é essa: ser exatamente quem a gente é. E não tô falando que esta aceitação é algo fácil. Eu também tenho esta dificuldade. Vivo me culpando por comer um chocolatinho. Me mato na academia tentando queimar as 7 mil calorias que equivalem a 1kg a menos na balança. Comprei um Grupon sonhando com uma bunda sem celulite. E por aí vai. E assim a vida passa. 

Mas, graças a Deus, sempre tem uma boa alma tentando nos mostrar que sim, nós somos lindas, e assim, do jeito que a gente é. É o caso da Negahamburguer, dona das ilustrações aí de cima. A artista tem um projeto lindo, chamado Beleza Real, onde espalha mensagens de reflexão sobre o corpo, elevando a auto-estima de muita gente. Entra aqui no site dela para conhecer mais. Temos também o Matt Blum e seu The Nu Project, onde ele viaja o mundo fotografando mulheres "comuns", com pouquíssima maquiagem e zero photoshop. O resultado é lindo, e você pode conferir aqui. Aliás, ele estará fotografando no Brasil em novembro, se você se animar, tem mais infos aqui

E, para encerrar, o que a polêmica envolvendo Izabel e a Marie Claire nos ensina? 


Para ler mais sobre o assunto:




"Amar a si mesmo é o começo de um romance para toda vida"
Oscar Wilde

Pins patrocinados - e você, o que pensa disso?

No mês passado, o Pinterest anunciou que iniciaria a exibição dos seus primeiros anúncios, os pins patrocinados. Como mídia, posso dizer que a minha reação inicial foi a melhor possível: o deslumbramento por mais uma opção no universo digital. Mas, como alguém traído que depois pensa o quão óbvio isso era, veio o desapontamento: minha reação estava na contramão da reação dos usuários da rede. Enquanto eu estava no "que legal", eles vinham com o "essa não". Num momento em que a maioria não aguenta mais ser bombardeada diariamente por tantos anúncios, mais uma plataforma os exibindo realmente parece o início do fim.

Às vezes é difícil separar o mídia deslumbrado do usuário de saco cheio. Exercício constante, que exige concentração e esforço para estragar as coisas. Estragar o mundo colorido dos usuários que saem clicando, se engajando, opinando e consequentemente amando tudo que é propaganda. Vamos ser justos, exercício que é recompensado: evita decisões alucinadas que não levam em consideração o usuário, somente a promessa de um bom resultado – o pior erro que um mídia pode cometer.

Por isso, ainda sigo refletindo sobre os pins patrocinados. Ontem foi a estreia deles e até agora, mesmo com muito esforço para pensar em todos os contras que eles podem oferecer, confesso que não me decepcionei: cumpriu a promessa de ser um formato pouco invasivo e, se realmente estiver de acordo com as buscas e interesses de cada usuário, tem tudo para agradar.

Fonte: Mashable

E você, o que pensa disso?

Cansei de ser gato

A publicitária Amanda Nori percebeu que seu gato, o Chico Bento, era fotogênico desde pequenininho. Volte e meia tirava uma foto dele, colocava um acessório aqui, outro ali, e era sucesso de curtidas e comentários no seu perfil pessoal. Foi então que teve a ideia de criar a série Cansei de ser gato, em parceria com sua amiga Té Marães. Todo dia as colegas de apartamento criam um cenário novo para o Chico, que parece curtir muito posar para as lentes da sua dona. Confira abaixo o Chico cansado de ser gato <3 













Para acompanhar o projeto, entra aqui, aqui e aqui.

E aproveita para relembrar o post do Lorenzo The Cat. Um gato gringo que, assim como o Chico, cansou de ser gato e resolveu virar modelo fotográfico  

Busca social - o que vem por aí

Quando iniciou aqui no Brasil, logo virou febre. Quem não tinha buscou um contato com quem tinha para saciar a curiosidade, e quem tinha ficou horas e horas fazendo as buscas mais improváveis e achando os resultados mais divertidos.

E esta semana o Facebook anunciou que está implementando a Graph Search para todos os usuários.



Mesmo que você não seja um stalker de carteirinha, certamente vai gastar um tempinho fazendo buscas.

Este vídeo explica como funciona:



E como nem tudo são flores, a busca social tem um alerta para quem quer um mínimo de privacidade no Facebook: suas informações, posts e fotos poderão ser disponibilizados em buscas de outros usuários.
Mas calma, para tudo existe solução.Ontem mesmo o YouPix fez um post mostrando como você pode se prevenir de consultas indesejadas. Para saber, é só clicar aqui.

E se você quer se divertir com algumas buscas bizarras, já criaram (e faz tempo!) um tumblr para isso: http://actualfacebookgraphsearches.tumblr.com/ .

A mulher de duas caras de Sebastian Bieniek





Inspiração de sexta: série ‘doublefaced’, do artista Sebastian Bieniek. Com um lápis de olho e um batom ele desenha um rosto no próprio rosto da namorada e a fotografa em situações cotidianas.

As 22 fotografias da moça de ‘duas caras’ provocam uma sensação bem esquisita pra quem vê, um trabalho - no mínimo - bem intrigante.














vi aqui